01 de Dezembro – Dia Mundial da Luta contra a Aids

Hoje, é o Dia Mundial de Luta contra a Aids. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, há uma estimativa de que 827 mil pessoas sejam portadoras de HIV, sendo que apenas 372 mil estão em tratamento e 112 mil vivem com HIV sem saberem. É na faixa etária de 20 a 24 anos que está a maior concentração de infectados, com média de 33,1 casos para cada 100 mil habitantes. Na faixa de 15 a 19 anos, a média é de 6,9 casos para cada 100 mil habitantes. Isso nos mostra que em relação a contextos ou perfis de maior prevalência, os jovens continuam a ter riscos elevados.

A taxa de informação sobre a doença aumentou, mas os jovens ainda não têm uma noção clara sobre como prevenir. Os comportamentos de risco relacionam-se a percepção de baixo risco de infecção, uso insuficiente de preservativo e baixas testagens de HIV. Além disso, outro grupo de risco continuam a ser as mulheres, que somam 51% de todas pessoas vivendo com HIV no mundo. Durante décadas, a desigualdade de gênero, a discriminação e a violência colocaram meninas e mulheres em maior situação de risco para a infecção por HIV, prejudicando, inclusive, o acesso aos serviços de saúde. É importante refletirmos sobre o quanto a violência, ou o medo dela, ainda impede meninas e mulheres em insistirem no sexo seguro e nos benefícios da prevenção, teste e tratamento para HIV. A boa notícia é que, atualmente, apesar de serem maioria vivendo com HIV, devido a maior cobertura de tratamento e melhor adesão, as mortes por doenças relacionadas à Aids diminuíram, em 2016, entre elas.

Recado seja dado, independentemente de perfil de risco, a propaganda já diz “Aids não tem cara, cor, sexo ou idade”. Então, só resta usar camisinha!

 

Fonte: www.unaids.org.br

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